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5G traz otimismo sobre aumento de receita nas operadoras

Conforme pesquisa recente, maioria dos executivos de telecom acreditam que tecnologia aumentará receita média por cliente

 

 

Sou otimista em relação ao aumento de receita e de oportunidades de negócios no setor de Telecom com o amadurecimento da tecnologia 5G, isso tanto para as operadoras como para os provedores e prestadores de serviços. Tive acesso também à pesquisa “Intelligence”, feita neste ano com 420 profissionais de telecomunicações pelo site telecoms.com, a qual a maioria dos participantes aponta que a tecnologia de 5G aumentará a receita média por cliente (ARPU - Average Revenue Per User).

 

Do total, 71% dos entrevistados afirmam que haverá crescimento no ARPU. Mas o número de ofertas de 5G que os provedores de serviços precisarão lançar para impulsionar essa receita extra deverá aumentar, sendo que 21% das pessoas dizem que o número de ofertas dobrará, 29% acreditam que o aumento será entre 2x e 5x, e 11% acreditam que haverá mais de 5x o número de ofertas em relação à tecnologia anterior 4G.

 

Na Coreia do Sul, o mercado de 5G ultrapassou recentemente a marca de 1 milhão de assinantes. A SK Telecom disse que eles terão 8.000 ofertas de conteúdo diferentes para 5G. Essa tecnologia pode representar problemas para alguns e oportunidades para outros. No Mobile World Congress deste ano, conversei com executivos de operadoras sobre o “tempo” do mercado e me disseram que levam normalmente mais de um mês para estruturar uma oferta, configurar e integrar a seus sistemas de cobrança e faturamento – isso para um novo produto ou uma nova campanha.

 

Como muitas ofertas 5G podem ter uma vida útil curta (por exemplo, um festival de música ou um jogo esportivo de Realidade Virtual - com taxas mais caras no fim de semana), ter uma abordagem morosa de implementação não é a melhor alternativa. Alguns operadores ainda dependem de seu fornecedor de BSS para entrar e configurar seus sistemas para que eles estruturem novas ofertas. Se um operador não puder configurar suas próprias ofertas sem o suporte de seu fornecedor de BSS, então, como é que eles vão gerenciar com os possíveis números e a variedades de ofertas relâmpagos de 5G?

 

Quando olhamos para a maior fonte de receita 5G por tipos de serviço, encontramos destaques em: MIoT (Massivo Internet das Coisas) obteve 27,5% dos votos e serviços baseados em Comunicação de Baixa Latência Ultra-Confiável (URLLC); IoT; Indústria 4.0 captaram 31,5% e o eMBB (banda larga móvel melhorada) obteve 38%. Os números relativamente altos para o URLLC e o MIoT se associariam ao sentimento de que o 5G abrirá muitas novas oportunidades de negócios aos provedores de serviços e ao setor em geral.

Existe a necessidade do mercado de operadoras de lançar mais ofertas no mercado em menor tempo. À medida que o desenho, configuração e implementação de uma nova oferta se torna mais complexa, os sistemas BSS que incorporam o provisionamento automatizado aos sistemas de cobrança, classificação, medição e rede (por exemplo, IDs de serviço, Grupos de classificação em sistemas DPI) precisam ser simplificados a todos e também aos usuários finais.

 

Os usuários finais devem ter em suas mãos oferta fáceis de consumir. Por parte das operadoras, a intervenção humana deve ser mínima, o que irá permitir o rápido tempo de entrada no mercado para realizar o número de ofertas que serão necessárias para gerar mais receitas de 5G.

 

*Tony Gillick é vice-presidente de Gerenciamento de Soluções da Openet

 

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