Gestão de identidades com machine learning é tendência para o futuro

Segundo executivo da Aruba, modelo de segurança automatizado permite focar atenção em casos mais delicados, garantindo proteção de dados e acesso às redes das organizações

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O modelo de Segurança Cibernética irá mudar. Quem garante é o VP de Operações e Estratégia da Aruba, Tiago Garjaka, que baseia sua afirmação no lançamento da IntroSpect, uma tecnologia que analisa o comportamento de cada usuário ou dispositivo conectado à rede e avalia, com critérios de inteligência artificial, se os acessos representam algum risco ou não.

Operando em conjunto com a solução ClearPass, o sistema permite gerenciar redes distintas e acessar as camadas de rede mais sensíveis. “Qualquer comunicação de dispositivos ou usuários com redes desconhecidas, localizadas em outros países, por exemplo, irá disparar alertas para os administradores e incluir o agente em quarentena, sem a necessidade de constante monitoração por um colaborador”, explicou Garjaka, durante o evento Atmosphere Regional São Paulo 2017.

A aposta na tecnologia é baseada na mudança do comportamento entre os hackers de antigamente e os atuais cibercriminosos. “Se os hackers de 15 anos atrás eram jovens que buscavam derrubar sites ou deixar alguma marca pessoal (como uma pichação) a fim de se vangloriar com seus amigos, os cibercriminosos de hoje buscam dados sensíveis e informações que possam ser vendidas na Dark Web”, disse.

Diversos estudos de mercado apontam que recursos de Inteligência Artificial serão cada vez mais utilizados para aperfeiçoar as estratégias de Segurança da Informação das companhias. O Gartner, por exemplo, estima que, até 2020, os investimentos em IA triplicarão e que a tecnologia será fundamental para resolver os desafios da nova era digital.

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