NASA adota Watson IBM para avançar corrida espacial.

Agência espacial testará uma série de projetos com o sistema de computação cognitiva da IBM.

A IBM e a NASA contam com um dos relacionamentos mais estáveis e bem-sucedidos no mundo da alta tecnologia e ao que parece o futuro reserva muito mais para as duas permanecerem cada vez mais próximas.

Tal relacionamento tem suas raízes nos primórdios do programa espacial assim como na computação de ampla escala, mas agora a relação entre a agência espacial e a gigante de tecnologia tem seu ponto em comum nos avanços da computação cognitiva, em especial, no sistema Watson da IBM.

O Watson usa aprendizado de máquina, linguagem natural e reconhecimento de imagem para desenvolver todas as respostas inteligentes para desafios diversos. O sistema tem sido aplicado com sucesso na indústria médica onde se tornou conselheiro confiável para hospitais e centros de pesquisa que atuam na luta contra o câncer.

O sistema também tem avançado na área de cibersegurança. Mais recentemente, a IBM reforçou o projeto "Watson for Cybersecurity" ao acrescentar 40 novas empresas de TI para ajudar a automatizar tarefas de segurança da informação e analisar toneladas de alertas gerados diariamente por operações de segurança.

Agora, a NASA passará a testar uma série de projetos com o Watson que o levarão a direções aeroespaciais.

O programa fica a cargo do Langley Research Center da NASA, localizado em Hampton, Virgínia, onde projetos estão ajudando engenheiros aeroespaciais da agência a desenvolver novas tecnologias.

"O Watson digere o máximo de pesquisa possível para ajudar especialistas da NASA a desenvolverem hipóteses complexas", disse Chris Codella, engenheiro da IBM para o Watson Group, que trabalha com a equipe do Langley.

Segundo Codella, um dos projetos busca obter as informações mais relevantes em tempo real de linhas comerciais técnicas e de pilotos.

O Watson leva em consideração todas as informações coletadas a partir de manuais de operações de voo e consegue tornar todos os dados disponíveis em tempo real.

Outro projeto consegue oferecer informações para ajudar a tomar decisões em centros de operações de voo, disse Codella.

Alguns outros usos potenciais da NASA para o Watson incluem ajudar na pesquisa e desenvolvimento de grandes missões espaciais complexas como a longa viagem a Marte.

“Um sistema como esse pode ser capaz de ler literatura científica relevante em uma variedade de idiomas estrangeiros, entender equações matemáticas e relacioná-las com material em inglês. Ele pode entender conteúdo multimídia, imagens, fórmulas e vídeos. E, mais importante, pode ser capaz de oferecer respostas diretas ou listas para possíveis respostas a questões de usuários (ao invés de apenas listas de documentos potencialmente úteis). Nesses casos, como seu uso corrente para diagnóstico médico, o sistema poderia fornecer não apenas uma série de possíveis respostas mas também informações sobre as evidências que usou para chegar até a elas, para que especialistas humanos tenham a informação que precisam para avaliar as conclusões. O sistema poderia ser um verdadeiro colaborador no futuro da pesquisa e esforços de desenvolvimento de engenharia”, escreveu a NASA sobre o futuro trabalho com o Watson no início deste ano.

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