Elon Musk é eleito líder mais admirado no mercado de tecnologia.

É a segunda vez que CEO da Tesla e SpaceX fica no topo da lista da pesquisa State of Startups. Jeff Bezos, da Amazon, ficou em segundo.

Elon Musk foi eleito o líder da área de tecnologia mais admirado pelos seus pares em 2016. O fundador e CEO da SpaceX e Tesla foi eleito por 23% dos respondentes da pesquisa “State of Startups”, conduzida pela First Round Capital, empresa de capital de risco com base em Nova York e cujo portfólio inclui empresas como o Uber. Em segundo lugar ficou Jeff Bezos, da Amazon, com 10% dos respondentes o colocando no topo da lista, seguido por Mark Zuckerberg, do Facebook, com 6% e Steve Jobs, com 5%.

A pesquisa ouviu mais de 700 startups sobre pontos variados, desde reflexões sobre oportunidades de crescimento, diversidade e investimentos.

Esse é o segundo ano consecutivo que Musk é eleito como o principal CEO de tecnologia pela mesma pesquisa. Vale lembrar que em um ano, as empresas comandadas por Musk conquistaram grandes feitos, como o anúncio do Model 3 (veículo elétrico mais acessível da Tesla) e planos para colonizar Marte.

Os outros resultados da pesquisa sugerem também melhorias na atmosfera para startups em relação a 2015. Enquanto 73% dos empreendedores achavam que o ecossistema de startups estava em uma bolha em 2015, apenas 57% achavam o mesmo para este ano.

O levantamento também mediu o otimismo das startups, quando 9 de 10 fundadores dizem que é um bom momento para começar uma empresa; 72% dizem que haverá um aumento nas aquisições no próximo ano, e 43% acreditam que o mercado de IPO vai melhorar.

A imagem para o emprego em startups também foi positiva. Quase todas as startups ouvidas afirmaram que contratarão em 2017 e 82% dos entrevistados afirmaram não ter demitido no ano passado.

No entanto, vale ressaltar que a pesquisa foi conduzida entre agosto e setembro de 2016, o que significa que as respostas não refletem os resultados da eleição presidencial dos Estados Unidos.

Outros resultados não foram tão positivos, com destaque para a questão da diversidade. Em média, os entrevistados disseram que o equilíbrio na contratação entre homens e mulheres está a 14 anos de distância de ser mais justo nos Estados Unidos. O mesmo vale para contratação de diferentes etnias no mercado de tecnologia.

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